As mãos complementam os adufes. Se pousados numa teia relacional, basta um movimento, um sopro, para que se crie uma moção retroalimentada difícil de parar: uma enchente de pancadas e vozes que ganham força pela relação e multiplicação. Esta é a potência do conjunto: o coletivo e a sua memória, materializados num simples instrumento de quatro tábuas e uma pele.